
Ainda bem novinha, comecei a ir às festas de São Cosme e Damião no centro de Umbanda que minha avó freqüentava. Adorava as músicas, o batuque, os rituais. É tudo muito bonito. Quando ela percebeu meu interesse, começou a me falar sobre os orixás. Fazia uma confusão danada na minha cabeça, dando respostas incompletas. Mas conseguiu despertar minha simpatia por eles. Uma das primeiras coisas que aprendi (e já esqueci) foi a fazer a correspondência entre todos os orixás e os santos da igreja católica. Isso vem de um recurso usado pelos escravos para preservar o direito ao culto de suas religiões.
Meu orixá, de acordo com os ensinamentos de D. Zenília, é Xangô. Ele é um guerreiro atrevido, daqueles que não costumam levar desaforo pra casa. Porém, justo. São João Batista é um dos santos que correspondem a esse orixá. Até hoje minha avó me chama de São João do Carneirinho. Por causa do cabelo curtinho e anelado. Nem preciso dizer que adoro isso.
Mas desde que descobri São Jorge, passei a gostar dele também. São Jorge era um militar da Capadócia, terra que hoje pertence à Turquia. Morreu degolado em nome de sua fé em Jesus Cristo. E, segundo a Umbanda, Oxossi é o orixá que mais se assemelha a ele.
De São Jorge, gosto da história. Gosto muito da oração, que nos orienta a preservar os inimigos, mas mantendo todos bem longe da gente. E gosto muito da figura. Há uns 4 ou 5 anos, ganhei um calendário de São Jorge. Desde então, levo em minha carteira, tampando a cédula de identidade. Tem me protegido.
Hoje é o dia dele. “Eu estou feliz porque também sou da sua companhia”.
Meu orixá, de acordo com os ensinamentos de D. Zenília, é Xangô. Ele é um guerreiro atrevido, daqueles que não costumam levar desaforo pra casa. Porém, justo. São João Batista é um dos santos que correspondem a esse orixá. Até hoje minha avó me chama de São João do Carneirinho. Por causa do cabelo curtinho e anelado. Nem preciso dizer que adoro isso.
Mas desde que descobri São Jorge, passei a gostar dele também. São Jorge era um militar da Capadócia, terra que hoje pertence à Turquia. Morreu degolado em nome de sua fé em Jesus Cristo. E, segundo a Umbanda, Oxossi é o orixá que mais se assemelha a ele.
De São Jorge, gosto da história. Gosto muito da oração, que nos orienta a preservar os inimigos, mas mantendo todos bem longe da gente. E gosto muito da figura. Há uns 4 ou 5 anos, ganhei um calendário de São Jorge. Desde então, levo em minha carteira, tampando a cédula de identidade. Tem me protegido.
Hoje é o dia dele. “Eu estou feliz porque também sou da sua companhia”.